O marketing médico é um campo cheio de dúvidas e mitos. A linha entre o que é permitido e o que é proibido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) nem sempre é clara — e os erros podem custar caro: de advertência a cassação do registro profissional.
A Resolução CFM 2.336/2023 atualizou as regras de publicidade médica, trazendo mais clareza mas também novas restrições. Antes de continuar lendo, teste seus conhecimentos com nosso quiz interativo:
Quiz: Isso Pode ou Não Pode?
Teste seus conhecimentos sobre publicidade médica
Um médico pode postar foto de antes e depois de um procedimento estético nas redes sociais?
O médico pode divulgar seus preços de consulta no Instagram?
O médico pode se apresentar como "o melhor" ou "referência" na especialidade?
Um médico pode ter canal no YouTube com conteúdo educativo sobre saúde?
A clínica pode publicar depoimentos de pacientes satisfeitos no site?
O médico pode informar sua especialidade e títulos no material de divulgação?
Um médico pode fazer parcerias pagas com marcas de produtos de saúde no Instagram?
A clínica pode usar tráfego pago (Google Ads, Instagram Ads) para divulgação?
O que PODE ser feito: estratégias éticas que funcionam
O que NÃO pode: práticas proibidas
Conclusão
Marketing médico ético funciona — e muito bem. Clínicas que investem em conteúdo educativo, SEO e presença digital profissional atraem mais pacientes do que aquelas que arriscam com práticas proibidas.
A regra de ouro: se o conteúdo educa e informa, provavelmente está permitido. Se ele vende e sensacionaliza, provavelmente viola o código de ética. Na dúvida, consulte o CRM do seu estado antes de publicar.